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Árbitro e Assistente paranaenses recebem escudo FIFA
06/02/2019
O árbitro Rodolpho Toski Marques e o assistente Bruno Boschilia estiveram na sede da Federação Paranaense de Futebol para receber novamente o escudo da FIFA. Os dois membros do quadro de arbitragem paranaense seguem representando a entidade máxima do futebol mundial para a temporada 2019. Os novos escudos foram entregues pelo presidente da Comissão de Arbitragem da Federação Paranaense de Futebol, Afonso Vítor de Oliveira. 
 
Após a entrega, o árbitro Rodolpho Toski Marques contou que um de seus sonhos dentro da arbitragem era justamente tornar-se um árbitro FIFA e que pretende trabalhar a cada dia para manter-se como um. “O escudo da FIFA é o sonho de qualquer árbitro que tem como objetivo, desde quando inicia a carreira, chegar ao quadro da entidade. Sempre falei sobre os meus sonhos e esse era um dos principais. Agora tenho que lutar a cada ano para me manter, porque chegar já é muito difícil, mas manter é mais difícil ainda”, comentou.
 
Para ele, é muito importante manter-se bem durante toda a temporada, principalmente porque a cada jogo que apita, carrega a responsabilidade de representar diferentes entidades. “Estou sempre em busca de melhorar, de aprimorar. Nós carregamos o nome da nossa Federação, da CBF, da Conmebol e da FIFA. São entidades que temos que respeitar e zelar pela imagem”, completou. 
 
Receber mais uma vez o escudo deixa o árbitro orgulhoso. “É um sentimento de dever cumprido, de muito trabalho, sabendo que tem muito mais trabalho pela frente. Vamos continuar o bom trabalho para seguir com o escudo no Paraná, o que é importante para o nosso futebol”, finalizou Rodolpho.
 
Orgulho também é o sentimento do assistente Bruno Boschilia, que também recebeu mais uma vez o escudo que vai ser usado durante esta temporada. “É um misto de orgulho e responsabilidade, porque a gente renova a cada ano e então é uma conquista durante o ano, que envolve muito trabalho e dedicação”, disse. 
 
Para Boschilia, recebeu o escudo da FIFA pode ser comparado a uma convocação para a Seleção Brasileira, por exemplo. “No Brasil são 10 árbitros e 10 assistentes, como se fosse a Seleção Brasileira da arbitragem então queremos manter a titularidade no time”, comparou, revelando o principal para se manter no topo. “É uma mistura de trabalho físico, mental e técnico, que são as exigências da FIFA, e a regularidade nos jogos, minimizar os erros a todo o momento”, concluiu.
Fonte: Assessoria de Imprensa